04/04/2017

Casa de Ferreiro Espeto de Pau (Justiça em Ilhéus)

Na porta da Casa da Justiça (Fórum), todas as vezes que caiu uma garoa, os jurisdicionados têm que entrar passando por um pinguela improvisada. Se não fosse trágico seria até cômico, pois, desde a administração do ex-prefeito Newton Lima que se tem ciência que houve um TAC (Termo de Ajuste de Conduta, e até agora o Ministério Público não conseguiu fazer gestão para que fosse cumprido. A critica que ora fazemos, tem como objetivo perguntar ao Ministério Público porque a inação contra o Poder Público Municipal. O por que que a eficiência não é como a que tem sido para proteger apreensões nebulosas de transportes alternativos e/ou de carros de sons, onde as pessoas estão tendo seus bens confiscados e perdidos para o Estado? O por que pessoas particulares estão enriquecendo com guinchos e pátios, em detrimento da miséria do povo, quando, ainda que as apreensões fosse legitimas em alguns casos, era dever do Estado ter seus guinchos e pátios? Com a palavra o MP. O espaço está aberto para o Promotor(a) afeto a promotoria relacionada aos fatos, ora narrados. Ilhéus, ex-terra de Jorge Amado, Gabriela e de tantos outros imortais pela sua história, hoje é res nullius (coisa de ninguém). (O Defensor)

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